Escritor israelense, Amos Oz, visita Porto Alegre

Amos OzQue fantástica oportunidade que teve Porto Alegre de ouvir um dos maiores escritores israelenses de todos os tempos, Amos Oz. Escritor e ativista político, prega por dois estados para dois povos, muda o final da frase: No lugar da guerra façam amor, para No lugar da guerra façam a paz. Falou da diversidade da sociedade israelense, um pais de 8.500.000 de primeiros ministros, profetas, professores mas nenhum aluno, todos mandam. Falou que os únicos que podem frear os radicais islâmicos são os moderados islâmicos e que espera ouvir mais as suas vozes. Falou do hebraico, da sua força, do passado e presente da língua. - por Rabino Guershon Kwasniewski

O engavetamento do projeto de um espaço de orações igualitário no Muro Ocidental - Posição do ARZENU Brasil - Movimento Judaico Reformista Sionista

O projeto de um espaço de orações igualitário no Muro Ocidental – o Kotel ou Muro das Lamentações, em Jerusalém –, no qual homens e mulheres pudessem rezar juntos, surgiu a partir de um pedido do Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ao Presidente da Agência Judaica para Israel, Natan Sharansky, em 2012. Finalmente, em janeiro de 2016, após quatro anos de intensas negociações, o anúncio de um acordo foi celebrado e comemorado por todos os judeus e judias dos movimentos Reformista e Conservador/Masorti, entre outros apoiadores. O novo espaço de orações no Muro Ocidental foi visto como um avanço significativo na busca da garantia do exercício pleno da religiosidade para todos os judeus, em Israel e na Diáspora.

Neste dia 25 de junho de 2017, o anúncio do engavetamento do projeto por parte do gabinete do Primeiro Ministro infelizmente não foi uma surpresa, tendo em vista seu histórico político e sua incapacidade para lidar com as pressões dos setores ortodoxos na Knesset, o parlamento israelense. Esse é um duro golpe para todos os judeus e judias que não aceitam que um espaço pertencente a todos os judeus do mundo continue tendo seu acesso 100% regulado exatamente pelos mais intolerantes e que representam apenas uma fração do conjunto da população judaica.

É importante ressaltar que judeus e judias identificados com o movimento Reformista movimentam pesadamente o turismo em Israel durante o ano todo, assim como o setor de educação judaica formal e não formal; fomentam projetos nas mais diversas áreas do conhecimento e estão ativamente inseridos nos grupos que buscam construir pontes para a paz com os vizinhos palestinos. Abandonar o projeto do espaço igualitário no Kotel é uma violência direta contra essas pessoas; é dizer a elas que, no espaço mais sagrado para todos os judeus, o judaísmo delas não conta.

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