O Rabino Guershon e o Presidente da SIBRA, Daniel, participaram da Sessão Solene pelo aniversário do Estado de Israel, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

Daniel Guershon Camara de vereadoresNa noite de terça-feira, 9 de maio, a SIBRA, representada pelo seu Presidente, Daniel Weiss Vilhordo, o Rabino, Guershon Kwasniewski, além de um grupo de associados, compareceram na Sessão Solene pelo aniversário do Estado de Israel, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Parabéns Vereador Valter Nagelstein pela iniciativa. Parabéns Presidente da CONIB, Dr. Fernando Lottenberg pelo seu apropriado discurso.

Yom Hazikaron Dia da Memória

Yom Hazikaron dia da memóriaA SIBRA lembra as benditas memórias das vítimas do ódio em Israel e reza pelos feridos em combate e em atos terroristas. 

Unimo-nos a todos os que expressam suas condolências aos familiares dos que foram mortos, e compartilhamos da dor pelos feridos, desejando-lhes uma pronta recuperação.

Reverenciamos o trabalho de todos aqueles que, dia e noite, protegem os cidadãos israelenses.
Acreditamos no trabalho pela coexistência judaica e árabe.

Esperamos que a moderação e a razão, de todos os lados, não sejam silenciadas pela força dos ciclos de ódio e medo e pelo fanatismo.

Brasil vota mais uma vez contra Israel na UNESCO

Brasil vota mais uma vez contra Israel na UNESCO; Argentina e México se abstêm

Enquanto Israel comemorava o 69º aniversário de sua independência, os 58 membros da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – se reuniram para aprovar novo texto contestando a soberania israelense sobre Jerusalém. O Brasil, mais uma vez, votou a favor da resolução. Foram 22 votos a favor, 23 abstenções, 10 contra, e três países se ausentaram.

"Votar contra uma nação em seu Dia da Independência, em uma tentativa desprezível de falsificar a história, é um novo fundo do poço, até mesmo pelos padrões da UNESCO", disse Shama-Hacohen, embaixador de Israel na entidade.

"Israel perdeu a votação hoje, mas obteve uma vitória moral ao ganhar mais votos do que nunca, inclusive de grandes democracias como EUA, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália e Holanda", disse Hillel Neuer, diretor executivo da UN Watch. Também votaram contra Paraguai, Grécia, Ucrânia, Lituânia e Togo. Argentina, México, França, Espanha, Japão e Coreia do Sul se abstiveram.

"Os palestinos estão sofrendo uma hemorragia no apoio à sua resolução ritual anti-Israel na UNESCO: em abril de 2016, eles tinham 33 votos a favor, em outubro eram 24, e hoje, 22. O número de votos contra aumentou substancialmente de 6 para 10", dissel Neuer,

"E mais uma vez, a Índia - um amigo e aliado cada vez mais importante de Israel - se absteve, mostrando que sua virada após décadas de votação sem rodeios com os países árabes virou uma política fixa, acrescentou.

Resolução sobre Jerusalém

Duas resoluções desta terça-feira (2) em Paris acusam os militares de Israel de abusos, mas não mencionam os foguetes disparados pelo Hamas contra cidades israelenses ou ataques terroristas palestinos contra judeus israelenses.

A resolução sobre Jerusalém, apesar de uma menção passageira à importância da cidade para as "três religiões monoteístas", ignora os laços religiosos e históricos judaicos e cristãos com a cidade, condenando Israel por escavações que revelaram a antiga cidade de David, juntamente com inscrições de cerâmica, moedas e artefatos ligados à vida judaica durante e antes do tempo de Jesus.

"Mais uma vez, a UNESCO está sendo sequestrada por regimes genocidas e por abusadores de direitos humanos como o Sudão, Irã, Argélia, Catar e Rússia", disse Neuer.

"As medidas unilaterais e políticas só desviam a UNESCO de suas obrigações de ajudar a educar as crianças carentes na África, na Ásia e em outros lugares", completou.

Resolução sobre a educação palestina omite o incitamento ao terrorismo e ao antissemitismo

A UN Watch notou que a resolução sobre a educação e escolas palestinas não menciona a grosseira violação dos valores das Nações Unidas pelos professores da UNRWA, que incitam ao antissemitismo e ao terrorismo.

Relatórios recentes da ONU Watch, incluindo um apresentado no Congresso dos EUA em fevereiro e no Parlamento canadense em março, expuseram mais de 100 páginas do Facebook operadas pelas escolas da UNRWA, professores, diretores e outros funcionários da UNRWA, que incitam ao terrorismo ou ao antissemitismo.